domingo, 15 de junho de 2008

Quando eu morrer
Que não haja lágrimas a correr,
Mas sim o som cristalino
De muitas risadas.

Quando eu morrer
Espero que a chuva caia serena
E lave de forma abençoada
A terra onde eu estiver.

Quando eu morrer
Quero que me plantem uma roseira
De belas rosas vermelhas
Rubras da paixão que abrigo em mim.

Quando eu morrer
Que eu tenha deixado sementes
Sementes de amor, de paz, de esperança
Em cada coração que conquistei.

Quando eu morrer
Que eu seja lembrada
Não como alguém que se foi,
Mas como uma presença que ficou.

Quando eu morrer
Não quero me desintegrar
Quero virar estrela
E brilhar para sempre.

Nenhum comentário: